segunda-feira, junho 13, 2011

É, eu estou namorando. Não sei se faz uma semana (o tempo que foi oficializado em uma rede social), um mês, dois meses ou cinco meses (este é o tempo que temos ficado juntos, quase como namorados). Mas a verdade é que, por mais que eu sinta falta, goste da tua presença e te queira por perto, eu não te quero. Não quero você com seu passado, principalmente a marca mais suja e sórdida. Uma pessoa que insiste em voltar e importunar esse teu coração que nunca disse não aos desmandos dela. Eu até tento acalmar, confiar, prosseguir, mas você sempre demonstra que se importa mais consigo mesmo do que com qualquer coisa ou pessoa. No fundo, sinto falta de ser bem amada.

sexta-feira, abril 15, 2011

Não sei o que dói. Mas, talvez, o fato de você nunca ter lutado por mim. Eu sempre quis que lutasse, mas não o fez. E eu te provocava a dizer que estava a lutar. Mas eu sabia - embora não quisesse saber - que era mentira.
E se eu vou embora, você nem vem atrás, querendo, desejando, como fez com as outras. Eu fui só mais uma, embora você negasse. Assim eu me sinto.
Mais uma vez, mais uma.
Se eu disser que não dói, será uma mentira. Dói não ser a preferida, dói que eu deixei chegar até aqui. Embora suas palavras não correspondessem aos seus atos, eu deixei. Esperei, esperei, esperei. Sem me dar certezas, sem me dar um abrigo, você me fez sentir não-amada. E, assim, eu vou.
Adeus.

Quero chorar, mas nem isso eu consigo.

quarta-feira, fevereiro 23, 2011

E se eu te contar da dor que já sinto ao imaginar tua partida? Em menos de um mês devemos nos separar e, hoje, depois de ter dormido e acordado recostada ao teu peito, eu posso dizer: já te sinto a falta.

terça-feira, fevereiro 08, 2011

Ninguém conta pra ele, tá? Eu tou morrendo de saudades, depois de um fim de semana inteiro pra nós dois.

terça-feira, janeiro 25, 2011

Dizer o quê? Que eu fico contando os minutos sempre que sei que vou te encontrar?
Pois é...eu fico.

sábado, janeiro 22, 2011

Acabou?
Ainda não.
E eu tenho mostrado que as marcas do namoro que terminou tragicamente ainda existem.
Sou sem entusiasmo, medrosa, sem sonhar.
Mas eu quero que isso prossiga. Quero, sim!

terça-feira, janeiro 18, 2011

Quando tudo e todos que foram vivos em mim, durante o ano de 2010, tiveram que morrer. Foi aí que você apareceu.
Não o considerava belo aos olhos. Inicialmente, desconfiei que tua escolha sexual não se encontraria com a minha, que tua preferência não era pelo gênero mulher (feminino parece-me tão impessoal). Era 30 de dezembro. 2010 se acabava e eu desejava que as ilusões construídas nesse período também se fossem.
Entre os dias 31 e 1º não nos encontramos. Mas eu falei de você. No dia seguinte ao que te conheci, comentei com entusiasmo. As perguntas que te fiz - e que só apareceram porque eu não tinha interesse - haviam me conduzido para descobrir quão interessante és. Mais velho, já foste casado, cozinhas bem, moraste na Europa. Tens belos olhos verdes, cabelo grosso, barba cerrada e uma serenidade que teus 35 anos de vida te deram.
No primeiro domingo de janeiro, a alegria de falar contigo através de uma dessas redes sociais que nos mantém ocupados com o desnecessário. Conversa, um cinema marcado, a troca de tortas. Demoramos a nos beijar, mas a conversa fluiu tão bem. Inicialmente, eu me encontrava entre os receosos. Parecia tão interessante, inteligente, mais velho, mais vivido, mais cheio de coragem. E eu babava.
Babei nossas conversas por muitos dias. Trocamos beijos, carinhos, carícias, falamos de teoria, sonhos. Tão iguais e tão diferentes. Sonhos de Europa (mais uma vez para ele, um início pra mim), não estar preso a lugares, viver intensidade, estudar, saber mais: artes, lugares, pessoas. Sua mania meticulosa não me cabe, não sou menina da cozinha, não tenho um senso estético tão apurado, não tens meu senso de humor - bem amplo, escrachado.
Já acabou.
Meu tchau. Triste tchau.

domingo, janeiro 16, 2011

2011 me trouxe você de presente. Dizendo que planejava ficar. Nunca demonstrou, na verdade. Mas talvez seja seu jeito.
Eu te deixei ir.
Nesse domingo, o primeiro de 2011 que eu não passo abraçada a você, sinto sua falta.

domingo, dezembro 12, 2010

Fui interrompida enquanto era abraçada por meu amor. Eu reclamava: "Mas, amor, que saudade de dormir abraçadinha a você". Então ele me acalmava em seus braços a dizer com um sorriso gostoso: "Assim descobrem que você não consegue dormir sem meu abraço". O leve constrangimento era por estarmos rodeados de muitas pessoas.
Foi interrompido. O sonho.
Sim, era um sonho. Eu não conheço aquele rosto. Ainda.

sexta-feira, novembro 26, 2010


Nosso sonho
Se perdeu no fio da vida
E eu vou embora
Sem mais feridas
Sem despedidas
Eu quero ver o mar
Eu quero ver o mar

terça-feira, novembro 16, 2010

Delete-se tudo que escrevi agora a pouco.
As pessoas são odiáveis e era tudo ilusão.

Prefiro ficar com a dura honestidade de quem eu afagava no banco da praça.
Se eu esperar menos da vida;
1) ela me dará o mesmo tanto, mas eu não estarei iludida ou
2) ela sentirá pena de mim e me dará mais?
Vamos às datas, pois não quero esquecê-las:
02/10, 17/10 e 15/11.
Não vou e não posso mais chorar isso.
Ou resolvo aqui ou me custará mais uns anos.
Não quero que seja assim.
In a haze, a storm haze
I'll be round I'll be loving you always
Always

Here I am and I'll take my time
Here I am and I'll wait in the line always
Always

Isso é tão verdadeiro
Em meio a uma praça, te deixei deitar em meu colo, te fiz cafuné, te fiz carinho. Eras lindo ali, quase a dormir. Mas meu coração, que até então estava confuso, começava a entender os reais sentimentos. Não, ele não bate tão forte assim por você.
Algumas histórias de amor nunca estarão resolvidas porque elas sempre serão histórias de amor, ainda que os atores principais dela não queiram torná-la numa realidade de amor.

sexta-feira, novembro 12, 2010

O Pouco Que Sobrou

Eu cansei de ser assim
Não posso mais levar
Se tudo é tão ruim
Por onde eu devo ir?
A vida vai seguir
Ninguém vai reparar
Aqui neste lugar
Eu acho que acabou
Mas vou cantar
Pra não cair
Fingindo ser alguém

Que vive assim de bem

Eu não sei por onde foi
Só resta eu me entregar
Cansei de procurar
O pouco que sobrou
Eu tinha algum amor
Eu era bem melhor
Mas tudo deu um nó
E a vida se perdeu
Se existe Deus em agonia
Manda essa cavalaria
Que hoje a fé
Me abandonou
Vai aprendendo a não ter, a não ser, a não amar, a se acostumar.
Não tenho muita coisa boa a dizer da vida hoje.
Desculpem.