Ela não é mais a mesma...
24 aninhos completos. Chegando aos 25. Pouco lembro essa menininha que tentei descrever ao lado. Ainda sou chocólatra, ciumenta, sociável quando quero e sou constante em mudar. Por isso mesmo posso afirmar: ESTOU DIFERENTE!
Parece que ela não sou eu e ess eblog não me pertence. Mas pertence. Pertence às minhas memórias de tempos bons e ruins. Ele morreu por um tempo. Enquanto eu estava mudando. Mas agora voltou.
ALEGREM-SE!!!
Esse blog servirá como um tipo de terapia, através dele vou tentar exorcizar todos os males que me atingem, sejam eles meus ou não.Vou conseguir?!Não sei.
sábado, março 08, 2008
Af! Sacrifício sem par recuperar esse blog, viu?
Primeiro dia, a internet parou de funcionar na hora de "criar uma conta no google".
Segundo dia, 4 tentativas na hora de "criar uma conta no google".
Daqui a uns dias uma conta no google vai ser imprescindível para navegar na internet. Ora, a mega empresa compra tudo que se cria na internet!
Primeiro dia, a internet parou de funcionar na hora de "criar uma conta no google".
Segundo dia, 4 tentativas na hora de "criar uma conta no google".
Daqui a uns dias uma conta no google vai ser imprescindível para navegar na internet. Ora, a mega empresa compra tudo que se cria na internet!
sexta-feira, janeiro 26, 2007
sexta-feira, janeiro 19, 2007
segunda-feira, janeiro 15, 2007
Pessoas preciosas me foram tiradas, para que eu me desviasse do caminho que tenho trilhado. Tem sido doloroso. Ah! Tem sim! São pessoas que amo, que quero muito bem e que quero que estejam bem comigo. Não desviarei de onde estou, afinal essa guerra eu sei que já venci, mesmo que tenha me ferido em batalhas.
sexta-feira, janeiro 12, 2007
terça-feira, janeiro 09, 2007
sábado, novembro 04, 2006
Dá para aparecer aqui sempre que dói, sempre que vale a pena escrever, sempre que eu queira resolver.
E tudo (ou quase tudo) volta: olhar denunciador, carinhos escassos, palavras cortadas, aquele velho menino que não sabia (ou não sabe?) respeitar. Mas eu estou diferente, consciente. Tento diferenciar o que me deu de positivo - muitas coisas. Mas o lado ruim é muito ruim. Não se vitimize. Isso pode até me sensibilizar na hora, pois não gosto de clima ruim, mas eu conheço o seu drama (que é diferente do meu).
Vai viver a tua vida. Isso aqui é um ponto final.
E tudo (ou quase tudo) volta: olhar denunciador, carinhos escassos, palavras cortadas, aquele velho menino que não sabia (ou não sabe?) respeitar. Mas eu estou diferente, consciente. Tento diferenciar o que me deu de positivo - muitas coisas. Mas o lado ruim é muito ruim. Não se vitimize. Isso pode até me sensibilizar na hora, pois não gosto de clima ruim, mas eu conheço o seu drama (que é diferente do meu).
Vai viver a tua vida. Isso aqui é um ponto final.
sábado, julho 22, 2006
Amo os dois: você-ele, você-ela. Sinto saudades dos dois, gostaria de abraça-los, beijá-los e dizer: Sempre te amei. Em situações bem diferentes, magoei os dois e isso me machuca. É ruim tê-los tão longe. É ruim saber que é quase irreversível quanto a você-ele. Mas eu continuarei tentando...
Obrigada, você-ela. É bom recomeçar.
Amo vocês, sempre amei!
Obrigada, você-ela. É bom recomeçar.
Amo vocês, sempre amei!
Um boa noite não resolveria. Tenho uma dívida contigo que vai além dos 3 meses de promessa. Ou teria essa dívida nascido comigo? Vindo de meus pais, meus avós e bisavós? Sinto-me constrangida diante do teu ato natural. Constrangimento por um ato honesto, digno, mas não justo.
Chegaria até você, perderia o medo e a vergonha, colocaria a mão no teu ombro. Será que você entenderia? Mas não resolveria e isso dói.
Chegaria até você, perderia o medo e a vergonha, colocaria a mão no teu ombro. Será que você entenderia? Mas não resolveria e isso dói.
terça-feira, julho 11, 2006
sexta-feira, janeiro 13, 2006
Chegou a hora de escrever. Tenho protelado isso há alguns dias, talvez semanas. Não meses, meses não.
É tempo de tocar numa dor que me paralisa, que toma as minhas energias e que não me deixa avançar na vida. Uma ferida que talvez tenha sido aparecido aos poucos, antes mesmo que eu visse a luz pela primeira vez. Antes mesmo de sentir o vento no meu rosto. Antes mesmo de conhecer o rosto dos meus pais.
É uma dor amarga, de mágoa, que machuca, doi e costuma remoer. Uma parte dela já se sedimentou pelo tempo. Mas é como um urso que hiberna. Uma palavra, um gesto, uma atitude, um cheiro podem acordá-la.
Preciso tocá-la, entendê-la, dialogar com ela e ver se posso transformá-la em algo bom para mim e para todos ao meu redor. Não posso mais permitir que minha energia esteja totalmente focada nessa dor.
E esse urso foi acordado. Há 1 ano, há 7 meses, há 3 meses. Agora é hora de fazer com que ele volte a dormir. Mas não como antes. Ele precisa dormir em paz e me deixar viver. É hora de fazer com que ele tenha um sono leve, sem agitações e que saiba quando agir, se algum dia for acordado novamente.
É hora de sentar para conversar, querido agitado urso.
É tempo de tocar numa dor que me paralisa, que toma as minhas energias e que não me deixa avançar na vida. Uma ferida que talvez tenha sido aparecido aos poucos, antes mesmo que eu visse a luz pela primeira vez. Antes mesmo de sentir o vento no meu rosto. Antes mesmo de conhecer o rosto dos meus pais.
É uma dor amarga, de mágoa, que machuca, doi e costuma remoer. Uma parte dela já se sedimentou pelo tempo. Mas é como um urso que hiberna. Uma palavra, um gesto, uma atitude, um cheiro podem acordá-la.
Preciso tocá-la, entendê-la, dialogar com ela e ver se posso transformá-la em algo bom para mim e para todos ao meu redor. Não posso mais permitir que minha energia esteja totalmente focada nessa dor.
E esse urso foi acordado. Há 1 ano, há 7 meses, há 3 meses. Agora é hora de fazer com que ele volte a dormir. Mas não como antes. Ele precisa dormir em paz e me deixar viver. É hora de fazer com que ele tenha um sono leve, sem agitações e que saiba quando agir, se algum dia for acordado novamente.
É hora de sentar para conversar, querido agitado urso.
segunda-feira, dezembro 26, 2005
segunda-feira, dezembro 12, 2005
Em dia de profunda alteração hormonal e de início do sangramento sofrível de cada mês, chorei ao ver uma criança nascer (de parto cesário, com a mãe - repórter - narrando tudo e se acabando de chorar) e ao ver uma banda inteira brigando com os seguranças da festa que resolveram dar uma surra animalesca em um fã desvairado que pulou no palco para agarrar o vocalista.
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