sexta-feira, novembro 26, 2010


Nosso sonho
Se perdeu no fio da vida
E eu vou embora
Sem mais feridas
Sem despedidas
Eu quero ver o mar
Eu quero ver o mar

terça-feira, novembro 16, 2010

Delete-se tudo que escrevi agora a pouco.
As pessoas são odiáveis e era tudo ilusão.

Prefiro ficar com a dura honestidade de quem eu afagava no banco da praça.
Se eu esperar menos da vida;
1) ela me dará o mesmo tanto, mas eu não estarei iludida ou
2) ela sentirá pena de mim e me dará mais?
Vamos às datas, pois não quero esquecê-las:
02/10, 17/10 e 15/11.
Não vou e não posso mais chorar isso.
Ou resolvo aqui ou me custará mais uns anos.
Não quero que seja assim.
In a haze, a storm haze
I'll be round I'll be loving you always
Always

Here I am and I'll take my time
Here I am and I'll wait in the line always
Always

Isso é tão verdadeiro
Em meio a uma praça, te deixei deitar em meu colo, te fiz cafuné, te fiz carinho. Eras lindo ali, quase a dormir. Mas meu coração, que até então estava confuso, começava a entender os reais sentimentos. Não, ele não bate tão forte assim por você.
Algumas histórias de amor nunca estarão resolvidas porque elas sempre serão histórias de amor, ainda que os atores principais dela não queiram torná-la numa realidade de amor.

sexta-feira, novembro 12, 2010

O Pouco Que Sobrou

Eu cansei de ser assim
Não posso mais levar
Se tudo é tão ruim
Por onde eu devo ir?
A vida vai seguir
Ninguém vai reparar
Aqui neste lugar
Eu acho que acabou
Mas vou cantar
Pra não cair
Fingindo ser alguém

Que vive assim de bem

Eu não sei por onde foi
Só resta eu me entregar
Cansei de procurar
O pouco que sobrou
Eu tinha algum amor
Eu era bem melhor
Mas tudo deu um nó
E a vida se perdeu
Se existe Deus em agonia
Manda essa cavalaria
Que hoje a fé
Me abandonou
Vai aprendendo a não ter, a não ser, a não amar, a se acostumar.
Não tenho muita coisa boa a dizer da vida hoje.
Desculpem.
A gente aprende a não esperar mais tanto da vida...
Simples assim.

sábado, novembro 06, 2010

Vontade de chorar. Leio sobre o início do meu namoro, há seis anos. As dificuldades se repetem, mas, agora, estou só.
Saudades do amor que caminha de mim para ele, dele para mim.
[...]
E, em algum momento, eu me dei. Me busquei de volta. Fugi, corri, mas quis. E quis querendo que você quisesse também. Entreguei-me ao romantismo das suas palavras, das músicas que ouvíamos, da sensibilidade que dividíamos não com calma, mas com rispidez. E te quis no show, quando você parecia tão perdido e estava tão feio, no sentido mais físico. Mas não me importava. Não para aquele momento. Hoje, não me importa se o teu corte de cabelo não te caiu bem - e não caiu. Mas me importa que você se centre, mude, seja melhor, mais estável.
Por isso, te quero sem querer. Quero, mas não levaria adiante. Quero, mas não me comprometeria. Quero que você me queira. E isso, talvez, já seja o suficiente pra me fazer ir embora. "Eu te quero, você me quer, mas nós não podemos.".
Mas, até hoje, há sexo em cada meia conversa. Enquanto que o meu coração só te reserva carinhos.
E, se for para ser, que seja algo duradouro. Tão poucas pessoas me encantam e você é uma delas, meu pequeno grande homem - se te chamasse de menino, me repreenderias: "lido com mulheres, não com meninas".
Recuso-me a ser tão idealista. Recuso-me, entretanto, a não acreditar no amor. Eu já vivi histórias lindas. Duas, para ser exata. Em uma delas, amei com um amor que nunca mais passou pela minha porta. As duas morreram por minha causa: meus medos, minha inconstância.
Há de existir amor lindo assim.
Embora eu esteja evitando ser tão sonhadora.
Acho que o problema foi que dei meu coração - temporariamente, eu espero - a quem não sabe dele cuidar.
Já vi amores lindos que sobreviveram. Já vi amores lindos que morreram. Já vi amores lindos. E eu acredito neles. Há aí alguém para acreditar comigo?
:: saudades de um abraço seguro, forte, quente, acolhedor ::
Olhando tua foto, posso dizer...
Eu quis ver o sol chegar e me trazer você.

quarta-feira, novembro 03, 2010

Eu explico o que se passa.
Há 2 exatos anos (hoje é dia de comemoração), meu coração (ok...a minha vida também) levou um dos maiores baques. Não que fosse o maior amor que ele já tinha nutrido. Não era mesmo. Mas foi a situação mais difícil. Enquanto tudo caminhava para o casamento, uma doença aparece e o ex-futuro-marido resolve me abandonar por não suportar as responsabilidades que vinham naquele momento.
Eu me fechei. Busquei só lugares seguros. Não me apaixonei por longos períodos. Estava prestes a desistir da paixão, do amor e de coisas correlatas.
Mas, em agosto desse ano, uma figurinha apareceu para tentar revolucionar o que estava quietinho. Ele não era um lugar seguro, eu já sabia. Mas eu estava disposta, pela primeira vez. Não era nada claro, já que eu não tinha coragem de namorá-lo. Mas eu o queria por perto.
[...]

segunda-feira, outubro 11, 2010

terça-feira, outubro 05, 2010

E eu, que já sabia e já tinha sido avisada. Se você já é difícil de se lidar agora, não quero imaginar no futuro. Adeus.