Eu precisava falar aquelas coisas. Precisava falar o que estava explodindo em mim. Uma sensação de que eu estava levando a relação de uma forma pouco sadia. Medindo ações, contando passos, observando gestos. Não, não era isso que eu queria para mim. Mas falar sobre o que eu sentia me aliviou muito. Não sei bem porquê. Talvez pelo simples ato de falar. Talvez.
Agora me sinto mais leve. Quero de volta aquela vontade de dividir a minha vida com você, e não mais o desespero de estar sempre ao teu lado. Quero a alegria a cada gesto de carinho, e não a desconfiança por falta deles. Quero voltar a levar a relação de uma forma tranqüila. E acho que estou voltando a isso. É essa a minha sensação agora. O desequilibrio, o desespero, a desconfiança sempre me incomodaram. Dou lugar de novo à harmonia, ao companheirismo e ao amor sem cobranças.
Volto ao que era antes. O que passou foi só uma fase. Fase nebulosa, mas uma fase.
Esse blog servirá como um tipo de terapia, através dele vou tentar exorcizar todos os males que me atingem, sejam eles meus ou não.Vou conseguir?!Não sei.
sexta-feira, outubro 01, 2004
quarta-feira, setembro 29, 2004
E eu NÃO vou deixar que esse blog vire mural de recados. Era por isso que eu assinava "Uma Menina Qualquer", no início. Não queria ser identificada. Não queria que pessoas conhecidas me descobrissem e ficassem esperando as minhas confissões.
O que eu tenho a dizer, quero dizer cara a cara. Algumas coisas nunca serão ditas, nem aqui, nem cara a cara, nem em lugar algum. Outras deveriam ficar só aqui, nunca chegar ao conhecimento de algumas pessoas. Mas eu acho que, há muito (algo em torno de 1 ano e meio), esse blog perdeu sua destinação...de ser algo secreto.
É engraçado como, relendo esse blog, vi palavras dissimuladas, há mais de um ano. Ele foi mais verdadeiro nesses últimos meses do que nos últimos anos. Não quero mais isso.
Por isso sempre mantive mais 3 blogs SECRETOS paralelamente. Eles andam meio desativados, piores que esse aqui. Mas nada melhor que um lugar secreto para falar de coisas secretas. E nada melhor que um lugar aberto, para declarar coisas que podem ser lidas e estão fortes em mim no momento.
O que eu tenho a dizer, quero dizer cara a cara. Algumas coisas nunca serão ditas, nem aqui, nem cara a cara, nem em lugar algum. Outras deveriam ficar só aqui, nunca chegar ao conhecimento de algumas pessoas. Mas eu acho que, há muito (algo em torno de 1 ano e meio), esse blog perdeu sua destinação...de ser algo secreto.
É engraçado como, relendo esse blog, vi palavras dissimuladas, há mais de um ano. Ele foi mais verdadeiro nesses últimos meses do que nos últimos anos. Não quero mais isso.
Por isso sempre mantive mais 3 blogs SECRETOS paralelamente. Eles andam meio desativados, piores que esse aqui. Mas nada melhor que um lugar secreto para falar de coisas secretas. E nada melhor que um lugar aberto, para declarar coisas que podem ser lidas e estão fortes em mim no momento.
Tava lendo uns comentários bem antigos e li algo do tipo "não demonstre que você ficaria péssima sem ele".
Eu sempre tive uma natureza meio independente de tudo e de todos. Depender de alguém, seja financeiramente, emocionalmente ou em qualquer favor, sempre me incomodou. Eu gosto de me sentir capaz de realizar.
Às vezes eu crio pequenas dependências. Por exemplo? Adoro ter minha avó pra me acordar cedo. Geralmente, é meu irmão que resolve os problemas que eu tenho com o carro, Thaís é minha amiga para os problemas mais dolorosos e muitas outras coisinhas. Adoro essas pequenas dependências. Elas me proporcionam uma ligação mais forte com as pessoas que amo.
Mas eu não sei depender completamente. Meu humor está ligado a essas pessoas, mas não completamente. Minhas atividades dependem dessas pessoas, mas não completamente.
Eu os amo. E ficaria perdida sem um deles por perto, seja meus amigos, minhas amigas, minha família, meu namorado. Mas eu já perdi a pessoa mais importante da minha vida, minha mãe. Acho que, apesar da dor, é possível sobreviver. Isso não diminui o meu amor por nenhum deles.
Eu sempre tive uma natureza meio independente de tudo e de todos. Depender de alguém, seja financeiramente, emocionalmente ou em qualquer favor, sempre me incomodou. Eu gosto de me sentir capaz de realizar.
Às vezes eu crio pequenas dependências. Por exemplo? Adoro ter minha avó pra me acordar cedo. Geralmente, é meu irmão que resolve os problemas que eu tenho com o carro, Thaís é minha amiga para os problemas mais dolorosos e muitas outras coisinhas. Adoro essas pequenas dependências. Elas me proporcionam uma ligação mais forte com as pessoas que amo.
Mas eu não sei depender completamente. Meu humor está ligado a essas pessoas, mas não completamente. Minhas atividades dependem dessas pessoas, mas não completamente.
Eu os amo. E ficaria perdida sem um deles por perto, seja meus amigos, minhas amigas, minha família, meu namorado. Mas eu já perdi a pessoa mais importante da minha vida, minha mãe. Acho que, apesar da dor, é possível sobreviver. Isso não diminui o meu amor por nenhum deles.
"Uma tristeza profunda, sem qualquer motivo, causa, nada palpável"
Era isso. Exatamento isso. A médica definiu exatamente o que se passava comigo. Eu estava triste. Meu coração pesava. Minha vida não tinha sentido. Queria morrer.
Mas...por qual razão? Eu não sabia. A vida simplesmente passou a não ter sentido. Meus amigos passaram a ser insignificantes (só uma pessoinha muito legal conseguiu sobreviver a isso e ela me deu uma mãozona), meu futuro passou a ser sem esperança, minha família não tinha mais sentido, meu namorado não me amava mais, nada mais me alegrava.
E pq? Eu não sabia.
De repente, numa tentativa desesperada de me recuperar. Fui pedir ajuda. Mesmo sem confiar em ninguém, naquele momento. E todas as minhas sensações fizeram sentido pra pessoa que estava do outro lado do telefone. Foi tão bom saber que tudo podia ser simples, que havia uma explicação química pra o que estava acontecendo. Uma pílula, de tamanho insignificante, fazendo um estrago na minha vida. Meu organismo não estava se adaptando àquela droga e as conseqüências não eram agradáveis.
Foi por menos de 15 dias, mas pareceu 1 mês. Os estragos poderiam ser maiores. Mas Deus esteve por perto me protegente. Nesses momentos, eu só pensava em morrer, mas sabia que não devia fazer nada contra a minha vida.
Hoje, agradeço a Deus por cada pessoinha que Ele colocou no meu caminho nesse período. Meu namorado, minha amiga Thaís e todos que, sem saber, me pouparam de um sofrimento maior. Agradeço também pelos que descobriram o que estava acontecendo e resolveram me ajudar.
Pode parecer muito simples pra quem está de fora. Mas só eu sei como foi ter pensamentos ruins passando pela minha cabeça durante todos esses dias.
Me sinto nova. Ou melhor, me sinto renovada. Com novas forças. E agradecida pelos que ficaram ao meu lado e tentaram me ajudar todo esse tempo.
Era isso. Exatamento isso. A médica definiu exatamente o que se passava comigo. Eu estava triste. Meu coração pesava. Minha vida não tinha sentido. Queria morrer.
Mas...por qual razão? Eu não sabia. A vida simplesmente passou a não ter sentido. Meus amigos passaram a ser insignificantes (só uma pessoinha muito legal conseguiu sobreviver a isso e ela me deu uma mãozona), meu futuro passou a ser sem esperança, minha família não tinha mais sentido, meu namorado não me amava mais, nada mais me alegrava.
E pq? Eu não sabia.
De repente, numa tentativa desesperada de me recuperar. Fui pedir ajuda. Mesmo sem confiar em ninguém, naquele momento. E todas as minhas sensações fizeram sentido pra pessoa que estava do outro lado do telefone. Foi tão bom saber que tudo podia ser simples, que havia uma explicação química pra o que estava acontecendo. Uma pílula, de tamanho insignificante, fazendo um estrago na minha vida. Meu organismo não estava se adaptando àquela droga e as conseqüências não eram agradáveis.
Foi por menos de 15 dias, mas pareceu 1 mês. Os estragos poderiam ser maiores. Mas Deus esteve por perto me protegente. Nesses momentos, eu só pensava em morrer, mas sabia que não devia fazer nada contra a minha vida.
Hoje, agradeço a Deus por cada pessoinha que Ele colocou no meu caminho nesse período. Meu namorado, minha amiga Thaís e todos que, sem saber, me pouparam de um sofrimento maior. Agradeço também pelos que descobriram o que estava acontecendo e resolveram me ajudar.
Pode parecer muito simples pra quem está de fora. Mas só eu sei como foi ter pensamentos ruins passando pela minha cabeça durante todos esses dias.
Me sinto nova. Ou melhor, me sinto renovada. Com novas forças. E agradecida pelos que ficaram ao meu lado e tentaram me ajudar todo esse tempo.
sexta-feira, setembro 24, 2004
terça-feira, setembro 21, 2004
sábado, setembro 18, 2004
Eu tenho que aprender que ficar em casa numa noite de sábado, sozinha, enquanto uma amiga tá no cinema, a outra tá numa despedida, a outra num aniversário, os amigos chamam para uma noite numa boite e o namorado está no meio de uma viagem badaladíssima, é algo bom. Acho que vou me convencer, se repetir mais umas 278.028.854 vezes.
terça-feira, setembro 14, 2004
As coisas mudam...
Eu engordo, ganho mais espinhas. Minha amiga também engorda, amadurece com o sofrimento. Meu namorado diz que as brigas estão por demais constantes. Meu pai namora...uma, duas, três...não sei ao certo. Minha terapeuta diz que nossos encontros têm sido mais produtivos. Eu ouço mais música brasileira do que internacional, vou pela primeira vez à sorveteria da Ribeira. Minha amiga viaja sozinha pela primeira vez e odeia. Eu compro um caderno do Greenpeace e meu namorado escreve uma declaração nele. Meu irmão começa a namorar, mas trai e minha cunhada não descobre. Minha sogra chora ao conversar comigo. Meu sogro continua só respondendo o meu "Bom dia", "Boa tarde" ou "Boa noite". Eu apresento meu namorado a minhas colegas de faculdade. Meu grupo não resolve as ações que estão pendentes. O porta-luvas do meu carro quebra. Minha amiga vai a festas com os novos amigos de faculdade, sai com o namorado e nos deixa de lado. Minha avó elogia a nova funcionária da minha casa, pára de elogiar e começa a criticar. Eu gasto mais do que deveria. Minha tia faz cirurgia nas pálpebras dos olhos. Meu primo é internado com pneumonia. O PFL joga sujo na campanha eleitoral para prefeitura.
Eu engordo, ganho mais espinhas. Minha amiga também engorda, amadurece com o sofrimento. Meu namorado diz que as brigas estão por demais constantes. Meu pai namora...uma, duas, três...não sei ao certo. Minha terapeuta diz que nossos encontros têm sido mais produtivos. Eu ouço mais música brasileira do que internacional, vou pela primeira vez à sorveteria da Ribeira. Minha amiga viaja sozinha pela primeira vez e odeia. Eu compro um caderno do Greenpeace e meu namorado escreve uma declaração nele. Meu irmão começa a namorar, mas trai e minha cunhada não descobre. Minha sogra chora ao conversar comigo. Meu sogro continua só respondendo o meu "Bom dia", "Boa tarde" ou "Boa noite". Eu apresento meu namorado a minhas colegas de faculdade. Meu grupo não resolve as ações que estão pendentes. O porta-luvas do meu carro quebra. Minha amiga vai a festas com os novos amigos de faculdade, sai com o namorado e nos deixa de lado. Minha avó elogia a nova funcionária da minha casa, pára de elogiar e começa a criticar. Eu gasto mais do que deveria. Minha tia faz cirurgia nas pálpebras dos olhos. Meu primo é internado com pneumonia. O PFL joga sujo na campanha eleitoral para prefeitura.
...ou continuam na MESMICE.
segunda-feira, agosto 23, 2004
Meu namoro?! Vai muito bem. Obrigada.
Não, não. Ele não é o "Mr. Right". Aquele homem alto, lindo e perfeito que me pediria em namoro com 2 dúzias de rosa na mão? Nem de longe. Mas ele é perfeito pra mim. Ele tem defeitos mil. Ciumento, pirracento, teimoso, dentre muuuuuitos outros. Mas eu tenho aprendido a conviver com a parte chata, para aproveitar o que ele me oferece de bom. E assim vamos vivendo.
E eu cada dia mais apaixonada. Um nojo, confesso. Mas quem achar que essa sensação é ruim que me condene. É bom demaaaaaaaais.
Não, não. Ele não é o "Mr. Right". Aquele homem alto, lindo e perfeito que me pediria em namoro com 2 dúzias de rosa na mão? Nem de longe. Mas ele é perfeito pra mim. Ele tem defeitos mil. Ciumento, pirracento, teimoso, dentre muuuuuitos outros. Mas eu tenho aprendido a conviver com a parte chata, para aproveitar o que ele me oferece de bom. E assim vamos vivendo.
E eu cada dia mais apaixonada. Um nojo, confesso. Mas quem achar que essa sensação é ruim que me condene. É bom demaaaaaaaais.
quinta-feira, agosto 19, 2004
BA TV é tosco. Avril Lavigne é chata. Clodovil é desmedido. Mariana é falsa. Márcia é puta. Flávia é problemática. Priscila é escandalosa. Vitor é ciumento. Catharina é mentirosa. Neide também é ciumenta. Victor é mimado. Paulo se acha. Thiago também. Tiago é teimoso. Antônio é calado.
Esses são alguns dos meus julgamentos. Tenho muitos outros.
Esses são alguns dos meus julgamentos. Tenho muitos outros.
terça-feira, agosto 17, 2004
E eu entrava na sala de aula, linda e maravilhosa, com uma sandalhinha de salto agulha médio, com uma bolsa tipo carteiro, com um casaco jeans, com alguns (4) livros e com toda minha falta de elegância.
Numa rápida análise do espaço, notei que só havia lugar para mim no lado contrário ao que me encontrava. Então, eu teria que pedir mais de 10 licenças e pisar em aproximadamente 5 pares de pés para chegar lá. Ergui a cabeça e me mantive firme no meu propósito. Coloquei a bolsa e o casaco o mais alto possível, atrapalhando os colegas que estavam atrás e tentavam assistir aula. E fui..pisando em pés, derrubando canetas e batendo em cabeças. Cheguei ao meu lugar e ainda precisei de ajuda para conseguir me acomodar. Ao final, eu era o centro das atenções da sala e precisava de um buraco para me enterrar, de tanta vergonha!
Numa rápida análise do espaço, notei que só havia lugar para mim no lado contrário ao que me encontrava. Então, eu teria que pedir mais de 10 licenças e pisar em aproximadamente 5 pares de pés para chegar lá. Ergui a cabeça e me mantive firme no meu propósito. Coloquei a bolsa e o casaco o mais alto possível, atrapalhando os colegas que estavam atrás e tentavam assistir aula. E fui..pisando em pés, derrubando canetas e batendo em cabeças. Cheguei ao meu lugar e ainda precisei de ajuda para conseguir me acomodar. Ao final, eu era o centro das atenções da sala e precisava de um buraco para me enterrar, de tanta vergonha!
Não adianta. Eu nunca conseguirei:
- Ser elegante ao andar na rua, ao sol soteropolitano de meio dia.
- Não me atrapalhar toda, quando estiver cheia de livros e com uma bolsa.
- Manter o cabelo intacto, mesmo com uma brisa de beira-mar.
- Andar de salto sem torcer o pé.
Definitivamente, as mulheres que conseguem esses feitos não são daqui. São seres extra-terrenos, com capacidade de equilíbrio sobre-humana e com fixador para cabelo extra-forte.
- Ser elegante ao andar na rua, ao sol soteropolitano de meio dia.
- Não me atrapalhar toda, quando estiver cheia de livros e com uma bolsa.
- Manter o cabelo intacto, mesmo com uma brisa de beira-mar.
- Andar de salto sem torcer o pé.
Definitivamente, as mulheres que conseguem esses feitos não são daqui. São seres extra-terrenos, com capacidade de equilíbrio sobre-humana e com fixador para cabelo extra-forte.
quinta-feira, agosto 12, 2004
Apaixonada? Perdidamente.
E ele é alto, gordinho, negro, gago, usa óculos, tem o sorriso mais lindo que eu já vi, torcedor do Bahia e do São Paulo, conhece muita gente, sabe lidar com as pessoas de uma maneira especial (e eu tenho tentado aprender isso), carinhoso, cuidadoso, ciumento, taurino, turismólogo, sambista e a pessoa que mais gostei na vida até agora, sem sombra de dúvida.
E ele é alto, gordinho, negro, gago, usa óculos, tem o sorriso mais lindo que eu já vi, torcedor do Bahia e do São Paulo, conhece muita gente, sabe lidar com as pessoas de uma maneira especial (e eu tenho tentado aprender isso), carinhoso, cuidadoso, ciumento, taurino, turismólogo, sambista e a pessoa que mais gostei na vida até agora, sem sombra de dúvida.
Esse blog sofre com os graves sinais de abandono: os erros gramaticais se fazem cada vez mais presentes, o tempo entre um post e outro se prolonga e a blogueira não fala mais nada com nada.
Passou de um confessionário para um lugar de risco. Não posso dizer muita coisa aqui, tenho medo de ser descoberta. (segredo, viu?)
Passou de um confessionário para um lugar de risco. Não posso dizer muita coisa aqui, tenho medo de ser descoberta. (segredo, viu?)
sexta-feira, agosto 06, 2004
ANNA BEGINS (Counting Crows)
My friend assures me, "It's all or nothing."
I am not worried
I am not overly concerned
My friend implores me,
"For one time only,make an exception."
I am not worried
Wrap her up in a package of lies
Send her off to a coconut island
I am not worried
I am not overly concerned
with the status of my emotions
"Oh," she says, "you're changing."
But we're always changing
It does not bother me to say this isn't love
Because if you don't want to talk about it then it isn't love
And I guess I'm going to have to live with that
But I'm sure there's something in a shade of grey,
Something in between,
And I can always change my name
If that's what you mean
My friend assures me, "It's all or nothing."
But I am not really worried I am not overly concerned
You try to tell yourself the things you try to tell yourself
To make yourself forget I am not worried
"If it's love," she said, "then we're going to have to think about the consequences."
She can't stop shaking
I can't stop touching her and...
This time when kindness falls like rain
It washes her away and Anna begins to change her mind
"These seconds when I'm shaking leave me shuddering for days," she says
And I'm not ready for this sort of thing
But I'm not going to break and I'm not going to worry about it anymore
I'm not going to bend, and I'm not going to break and I'm not going to worry about it anymore
It seems like I should say, "As long as this is love..."
But it's not all that easy so maybe I should
Snap her up in a butterfly net Pin her down on a photograph album
I am not worried I've done this sort of thing before
But then I start to think about the consequences
Because I don't get no sleep in a quiet room and...
The time when kindness falls like rain
It washes me away and Anna begin s to change my mind
And every time she sneezes I believe it's love and
Oh lord, I'm not ready for this sort of thing
She's talking in her sleep
It's keeping me awake and Anna begins to toss and turn
And every word is nonsense but I understand and
Oh lord, I'm not ready for this sort of thing
Her kindness bangs a gong
It's moving me along and Anna begins to fade away
It's chasing me away
She disappears and
Oh lord, I'm not ready for this sort of thing.
My friend assures me, "It's all or nothing."
I am not worried
I am not overly concerned
My friend implores me,
"For one time only,make an exception."
I am not worried
Wrap her up in a package of lies
Send her off to a coconut island
I am not worried
I am not overly concerned
with the status of my emotions
"Oh," she says, "you're changing."
But we're always changing
It does not bother me to say this isn't love
Because if you don't want to talk about it then it isn't love
And I guess I'm going to have to live with that
But I'm sure there's something in a shade of grey,
Something in between,
And I can always change my name
If that's what you mean
My friend assures me, "It's all or nothing."
But I am not really worried I am not overly concerned
You try to tell yourself the things you try to tell yourself
To make yourself forget I am not worried
"If it's love," she said, "then we're going to have to think about the consequences."
She can't stop shaking
I can't stop touching her and...
This time when kindness falls like rain
It washes her away and Anna begins to change her mind
"These seconds when I'm shaking leave me shuddering for days," she says
And I'm not ready for this sort of thing
But I'm not going to break and I'm not going to worry about it anymore
I'm not going to bend, and I'm not going to break and I'm not going to worry about it anymore
It seems like I should say, "As long as this is love..."
But it's not all that easy so maybe I should
Snap her up in a butterfly net Pin her down on a photograph album
I am not worried I've done this sort of thing before
But then I start to think about the consequences
Because I don't get no sleep in a quiet room and...
The time when kindness falls like rain
It washes me away and Anna begin s to change my mind
And every time she sneezes I believe it's love and
Oh lord, I'm not ready for this sort of thing
She's talking in her sleep
It's keeping me awake and Anna begins to toss and turn
And every word is nonsense but I understand and
Oh lord, I'm not ready for this sort of thing
Her kindness bangs a gong
It's moving me along and Anna begins to fade away
It's chasing me away
She disappears and
Oh lord, I'm not ready for this sort of thing.
terça-feira, julho 13, 2004
Eu tenho medo de mim mesma, quando paro de escrever. Às vezes é pq a Iza que eu tou externando não correponde à Iza do meu interior. Não sei escrever coisas que não estão no meu íntimo. E tenho medo de escrever o que tá no meu íntimo e mostrar aos que estão por perto que o meu exterior não está correspondendo ao meu interior. Entendeu? Nem eu.
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